Se tu és feliz ou não , não sei!
Que és amada, sim!
Só posso falar por mim,
- Desde o primeiro olhar te amei!
Tão simples! Mineiro diante do mar
Contemplando o sol,
Boquiaberto, pasmo.
Pasmo pelo esplendor do nascer ou do ocaso
Tendo a alma extasiada
Pelo encanto deste primeiro orgasmo.
Pasmo. Pasmo por perceber que a vida vai além,
E logo ali, detrás da serra,
Além do além,
Onde o olhar no azul encerra
O início d’outro além,
há esplendores e esplendores,
de sóis-nascentes e sol-pores,
há mares, há luzes, livres,
a gozo de infinitos amores.
Simples assim:
Do nascente ao pôr-do-sol!
Sem falar da noite,
Do silêncio, da paz, da lua e das estrelas,
Sem falar dos sonhos,
E outras formas de vê-la.
Sem falar do mar... dos horizontes... do teu olhar...
Simples assim!
Sem falar de ti,
Sem falar de mim,
E sem se quer agente...
Visão Poética: "O chão é cama para o amor urgente, amor que não espera ir para a cama. Sobre o tapete ou duro piso, a gente compõe de corpo e corpo a úmida trama. E para repousar do amor, vamos à cama."
sábado, dezembro 01, 2007
domingo, novembro 25, 2007
Agora... Noite, silêncio, e cifras
Não sei de onde vem a música
Se da poesia invisível
Se dos olhos que meus olhos não vêem...
Gosto disso.
O latir do meu cão
Perdidos como eu, estão
Poetas e poetisas
E a própria escuridão.
Em quatro minutos soa o silêncio do novo dia...
Talvez eu te veja...
Meus olhos
Minha cegueira.
E no bocejo do dia
O abrir dos olhos
A paisagem sonhada
A luz no horizonte
Nos campos da fantasia...
Noite, silêncio, e cifras...
Música...
Uivos e poesia;
Meu olhar e seu olhar...
Brisa ceifeira.
Anjos abrem asas
Espalham perfumes
Forma-se ondas de luz nos ares do pensar;
E dos olhos cegos arregalados
Donde pasmo amor evapora a cantar
Contos cifrados de notas quiméricas se quedam
N flauta mágica do silêncio
E o deus das trevas é o mesmo deus d sonhar.
Se da poesia invisível
Se dos olhos que meus olhos não vêem...
Gosto disso.
O latir do meu cão
Perdidos como eu, estão
Poetas e poetisas
E a própria escuridão.
Em quatro minutos soa o silêncio do novo dia...
Talvez eu te veja...
Meus olhos
Minha cegueira.
E no bocejo do dia
O abrir dos olhos
A paisagem sonhada
A luz no horizonte
Nos campos da fantasia...
Noite, silêncio, e cifras...
Música...
Uivos e poesia;
Meu olhar e seu olhar...
Brisa ceifeira.
Anjos abrem asas
Espalham perfumes
Forma-se ondas de luz nos ares do pensar;
E dos olhos cegos arregalados
Donde pasmo amor evapora a cantar
Contos cifrados de notas quiméricas se quedam
N flauta mágica do silêncio
E o deus das trevas é o mesmo deus d sonhar.
Assinar:
Comentários (Atom)
Simples assim